segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

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Arrependimento gera confissão

Em uma conversa neste último Domingo com o irmão Felipe e o Pr. Wander Moreira, tocamos no assunto ARREPENDIMENTO. 
Como todos nós sabemos, remorso e arrependimento são duas palavras sinonímias para o Aurélio, mas para o Cristão são palavras díspares, pois aquele é fruto da carne, enquanto o arrependimento é fruto do Espírito Santo. E vou além... a pessoa que se arrepende gera dentro de si uma necessidade de confessar aquilo que desagradou primeiramente a Deus.

Juridicamente falando, diante das provas obtidas pela autoridade policial, muita gente confessa. Esse tipo de confissão pode ser útil para a justiça dos homens, mas não tem utilidade espiritual no relacionamento com Deus. 
Quando alguém confessa diante das provas irrefutáveis, suas declarações não são frutos de arrependimento, mas apenas a admissão do que foi descoberto. Confissão não é quando somos descobertos, mas quando voluntariamente revelamos o erro e o revelamos inteiramente (Lucas 19:8).
A confissão de valor para o caráter e comunhão com Deus, tem por objetivo não apenas revelar o erro, mas buscar a reconciliação com quem feriu. Deus não busca a mera punição, isso Ele resolve a Sua maneira, Deus busca a correção, a reconciliação com Ele (1 João 1:9).
Não utilizemos a confissão dos outros apenas como pretexto para punir, mas como oportunidade de corrigir, restaurar e estabelecer um novo relacionamento de amor. É isso que Jesus nos ensina de Deus.
A confissão assim é o exercício espiritual raro. Confessar assim é muito temido, apesar de profundamente saudável a um verdadeiro relacionamento com Deus e com o próximo. 
Exercite confessar assim! Tenha uma boa Segunda.

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