terça-feira, 23 de março de 2010

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Movimento Sionista

Devido aos acontecimentos recentes no oriente médio, fiz questão de ressaltar, no Segundo Módulo do Seminário, quando estávamos expondo as descobertas dos Manuscritos do Mar Morto, a grande querela entre árabes e judeus naquela região, devido a ocupação dos Judeus na região da Palestina.
Na Veja desta semana, com reportagem de Diogo Schelp, cujo título é "No tropeço, aprende-se a andar" (para ver a reportagem completa clique aqui), destaca-se o papel ridículo da desastrada visita do Presidente Lula ao Oriente Médio. 
Isso deveu-se ao fato do Presidente Lula, em Ramallah, colocar flores no mausoléu do líder palestino Yasser Arafat. Um dia antes, porém, o presidente tinha ofendido os israelense ao se recusar a prestar homenagem semelhante no túmulo de Theodor Herzl, fundador do Sionismo. O episódio deixou clara preferência do governo Lula pela causa palestina.
Obtendo o seu nome de Sião, que é o nome de um monte nos arredores de Jerusalém, o Sionismo é um movimento político que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado Judaico, por isso sendo também chamado de nacionalismo judaico.
Como foi falado no Seminário, depois de 70 anos de cativeiro na Babilônia, o povo começou a voltar a sua Terra:
01 - Que Deus prometeu aos descendentes de Abrão (Gn.12);
02 - Que o povo de Israel ocupou após a saída do Egito por Josué;
03 - Que os Judeus retornaram após o cativeiro com Zorobabel, Esdras e Neemias.
04 - Que estão voltando após a diáspora ocorrida em 70 d.C com a revolta dos Judeus com o Império Romano.
É nestes quatro pontos que estão alicerçados o Sionismo.

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