sábado, 22 de janeiro de 2011

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Liberdade Definida

Queridos, estou tomando muito cuidado naquilo que afirmo. Hodiernamente tenho dito que precisamos ser livres para voltarmos à essência, ou seja, Deus, na Sua infinita sabedoria, nos criou com um propósito aqui nesta terra. É bem verdade que somos peregrinos em terras estrangeiras, mas temos um compromisso com Deus em sermos as suas testemunhas.
Nesta manhã, meditando na Primeira Carta do Apóstolo Pedro, no segundo capítulo, versículo dezesseis,  (IPe2.16), na tradução NVI diz:
Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus. 

Isso me fez lembrar a famigerada discussão entre Liberdade e Libertinagem. “Liberdade” é um dos anseios mais acen­tuados do ser hu­ma­no. Todos nós queremos ser livres. Desde os pri­mór­dios da existência humana isso tem sido evi­denciado. Todo homem anseia um dia ser independente. Esse sentido de “independência” é da natureza humana e se revela nas diversas searas, seja como indivíduo, como no contexto nacional, social, familiar, político, e até religioso.
Mas é bom ressaltar que, nem sempre, a busca sacrificial da “liberdade” significa um “bom combate”. Muitas vezes vai na direção maldosa e danosa ao ser humano. E até mes­mo o tradicional princípio filosófico que afir­ma que “a liberdade de um sempre deve se limitar à liberdade do outro” não tem sido res­­peitado, e o que se vê é um atropelando o ou­tro, sem escrúpulos, na busca do exercício da sua própria liber­dade e do seu próprio es­paço. Lamentavel­men­te essa é, tam­bém, a me­lancólica cons­tatação no ambien­te cha­mado cris­tão.

Mas o que é “li­ber­­­dade”? Na ver­da­de, muitos, em nome da “liberdade”, prati­cam “libertina­gem”. O conceito hu­ma­­no de “li­berda­de” é a facul­da­de de uma pes­soa fazer ou dei­xar de fazer, por seu livre arbítrio, qualquer coi­sa... Acontece que a liberdade dos homens, ou melhor, es­se conceito humano leva o homem ao exer­cício da “libertinagem” que é devas­si­dão, licenciosidade, desre­gra­mento de costumes, em uma frase: obras da carne.
Do ponto de vista de Deus as coisas não são assim. Portanto, se o Filho os libertar, vocês de fato serão livres. (Jo.8:36, NVI). Perceba nesta passagem que há Um, e somente Um, que nos torna livre: Jesus Cristo, o filho de Deus!
Quando assumimos a atitude de "fazer o que queremos", tornamo-nos insensatos e tolos! O pastor Wander Silva sempre me diz que estamos inserido dentro de um contexto, onde não podemos, ou pelo menos não devemos fazer o que o nariz aponta. Devemos cuidar, seriamente, para que, em nome de uma falsa “liberdade”, não ajamos como libertinos. Ser livre não é fazer o que queremos, e sim o que devemos! Somos livres em Cristo Jesus! O meu dever está em fazer a Sua vontade, que é boa, perfeita e agradável.
Só uma submissão total a vontade do Senhor, traz-nos experiência de liberdade. É importante que vivamos sob o constante Senhorio de Cristo, no sentido da experiência de Paulo, quando afirma: “Não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim” (Gl 2:20).
Fiquem com Deus e seja você... livre em nome de Jesus!
Um beijo no seu coração.

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