terça-feira, 5 de abril de 2011

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O Pai não é somente meu, é nosso!

A Paz do Senhor queridos,
É com muito carinho que volto a postar neste blog. Na verdade já tem mais de 5 postagens prontas mais não deu tempo nem sequer de postá-las. Quero pedir desculpas aos amigos leitores no que tange ao atraso das postagens. Passei todo o mês de março organizando o LSE do Estado da Paraíba. Realmente não tive tempo. Para quem não sabe, o LSE é um programa do governo federal que visa capacitar técnicos para atuar nas escolas pública. Já Capacitamos 7 Estados da Federação, o da Paraíba é o oitavo. Neste estado são 223 municípios e mais de 700 técnicos que serão capacitados.
Mas deixando de lado a vida laboral, o Senhor tem me impulsionado a orar mais. Como sempre diz uma amiga minha, precisamos orar mais. É nesse diapasão que continuo a série de reflexões sobre a oração que o nosso Mestre - Jesus Cristo - nos ensinou.
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O privilégio de chamar a Deus de Pai é tão grande, que muitas vezes agimos como filhos únicos.
Você já deve ter visto pessoas que parecem ser o dono de Deus? Eu já vi pessoas darem ordens a Deus, como se fosse um gênio da lâmpada mágica.
O que eu quero dizer, é que muitos querem que Deus lhes seja um servo que providencie um bom emprego, um bom salário, um bom casamento ... etc. Muitos querem na verdade atalhos para satisfazer os seus desejos, muitas vezes, desejos mundanos. Não procuram a vontade de Deus. Muitos não querem enfrentar o problema. Queridos, é necessário enfrentarmos o problema, pois são nas circunstâncias adversas que Deus nos molda, nos tornando ser humanos melhores.
Muitas vezes, nos colocamos como o centro de tudo, inclusive de todos os planos de Deus. Geralmente, nem sequer pensamos que fazemos parte de uma grande família redimida por um Pai, e cada um de nós somos filhos e irmãos.
É por isso que Jesus, ao nos mandar chamar a Deus de Pai, trata logo de adicionar a palavra “nosso”. Nunca devemos esquecer da intimidade que Ele nos proporcionou, estendendo a cada um o direito de ser filho. Porém nunca devemos esquecer que fazemos parte de uma família maior. Do mesmo modo que Ele é meu Pai, Ele é seu Pai também. 
Isso é interessante. Antes de sermos amigos, namorados, noivos ou casados, somos irmãos de um mesmo Pai!
Se o fato de Deus ser meu Pai me conforta,  o fato de ser Pai daqueles que muitas vezes eu destrato, me assusta... Por isso devemos amar os outros como a nós mesmo. Deus é Pai. Mas não é só meu. 
Não percamos, portanto, a oportunidade de, curvados diante dele, dizer conscientemente: Pai N-O-S-S-O!
Fiquem com Deus meus irmãos,
Soli Deo Gloria

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