Escola Bíblica Discipulado

Venha estudar conosco a Verdade para a sua vida. Visão Holística. Todos os domingos as 10h na Comunidade Vida - Sede. Av. Castelo Branco, 466, São Francisco São Luís - MA - Brasil. Contato: (98) 3268-9378

Visão Holística do Livro de Romanos

A Epístola aos Romanos, é o sexto livro do Novo Testamento. É a primeira e a mais longa das Epístolas Paulinas, e é considerada a epístola com o "mais importante legado teológico".

Transformados pelo Espírito Santo

O Espírito Santo é que produz a salvação e a santificação no seu coração, pois Ele só fala de Jesus e revela o caráter de Deus a você (Romanos 5:5). É Ele quem dá intimidade com Deus. Adora-lO é obedece-lO.

Na caverna eu redescobri o meu refúgio!

Faça de Deus o seu refúgio! Deixe que Deus, não Saul, o cerque. Deixe que Ele seja o centro da sua vontade. Deixe enfim, que Ele seja o teto que proteje o ambiente da luz do sol, as paredes que detêm o vento, o alicerce sobre o qual você está.

As pedradas da vida

É no deserto das nossas vidas que Deus nos mostra o quão Ele é poderoso para fazer infinitamente mais! Neste artigo, encaro a difícil questão: Porque pessoas tão próximas são capazes de nos apedrejar?

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

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Feliz 2012!

O País do futuro parece estar chegando para muitos brasileiros que investiram em qualidade e produtividade profissional, empresarial e pessoal nos últimos anos. O gigante adormecido parece estar despertando.
Hoje já somos a sexta economia mundial e os dados internacionais nos mostram que em menos de uma década já seremos a quinta maior economia do mundo, na frente da Alemanha, França, Itália e muitos outros.
Como sexta economia mundial, os investimentos diretos internacionais crescerão. Segundo pesquisa
da UNCTAD – Conferência das Nações Unidas para o Comércio
e Desenvolvimento – o Brasil será o terceiro país do mundo a receber mais investimentos internacionais, à frente dos Estados Unidos (4º.) e apenas atrás de China e Índia.
Assim, no próximo ano teremos uma visibilidade mundial nunca antes alcançada e isso nos trará benefícios e exigências. Os benefícios são óbvios, mas seremos também cobrados por mais qualidade, produtividade, excelência, transparência e postura de país desenvolvido.
Terá medo de 2012 aquele que não acreditar nesses números e na verdade de que estamos construindo um Brasil diferente, cuja previsão é a de que teremos apenas 8% de pessoas consideradas tecnicamente pobres, uma queda de quase 70% desde 1993, quando 35% da nossa população era considerada pobre. 
A previsão é de que em 2015 se somarmos as classes A+B+C teremos 72% - o que fará do Brasil um país de classe média, que hoje já ultrapassa os 50%.
Em 2012 teremos que enfrentar nossas mazelas, dificuldades e problemas que são muitos. Isso sim nos amedronta e deve nos amedrontar. Da educação à saúde, da infraestrutura ao combate a corrupção. Teremos que colocar o dedo em nossas feridas e tratá-las com seriedade e coragem. 
Como cristãos seremos postos à prova de diversas formas. Mas também teremos outras tantas oportunidades de mostrar o nosso amor por Jesus Cristo. Isso aconteceu com os EUA, sendo o maior exportador de missionários da século 20. Creio que o Brasil seguirá esse itinerário. Com a bênção de Deus poderemos ser uma flecha em Suas mãos que acertará o alvo! Depende de você.
Agora é, pois, hora de agir com seriedade e cautela, mas também com muito vigor para aproveitar esse momento histórico que estamos vivendo. Terá medo de 2012 quem continuar pensando como sempre, negativamente, olhando para o retrovisor, não acreditando em nossa capacidade de fazer a diferença num mundo cheio de dificuldades e de vencer as nossas com inovação, criatividade e honestidade. Terá medo de 2012 quem ficar esperando e não agir, não construir as condições básicas de acesso a esse novo Brasil.
Pense nisso. Sucesso! Feliz 2012.
Deus lhe dará uma página em branco e você será o autor da sua história.
Faça o ano acontecer...

Por Duanny Jorge e Wander Moreira.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

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Função Leitura no Firefox

Recentemente postei sobre o Safari, o navegador da Gigante Apple, no qual apontei muitas vantagens entre as quais a função "Leitor" de extrema necessidade para aqueles que estudam na internet em especial aqui no "duannyjorge.com".
Como a guerra entre os Browsers está acirrada, o Firefox não ficou atrás, e já laçou um plugin com as mesmas funções do Safari. Para você que está navegando com este navegador, adicione agora mesmo o iReader.
Originalmente um recurso exclusivo do Safari, o iReader agora também está disponível para os usuários do Firefox. O complemento analisa todas as páginas abertas pelo navegador e destaca de forma inteligente os principais campos que contém textos e imagens, possibilitando sua visualização de maneira destacada.
A leitura através da tela do computador é algo cada vez mais comum, e não é de se estranhar que existam pessoas que costumam estudar exclusivamente através do monitor. Porém, quase sempre há algum tipo de problema de luminosidade ou elementos da página que tiram a atenção da leitura – problemas que o iReader tem o objetivo de eliminar completamente.
O aspecto visual é bastante semelhante ao de um documento em PDF, em que o texto ocupa lugar de destaque na tela e pode ser redimensionado livremente para um maior conforto do leitor. A extensão também permite eliminar totalmente a exibição de imagens – que nem sempre são úteis e podem atrapalhar a absorção de informações importantes.
Para utilizar o iReader no Firefox, tudo que é preciso fazer é instalar o documento e, quando surge uma página compatível, clicar no ícone do complemento adicionado ao lado direito da barra de endereços do navegador. Em seguida, o texto aberto ganha destaque, permitindo uma leitura mais detalhada e sem a presença de distrações como links ou animações.

Compartilhe textos interessantes com seus contatos



Durante o modo de leitura especial proporcionado pelo iReader, basta mover o ponteiro do mouse para o canto inferior da tela para que surjam uma série de opções. Além de redimensionar o texto ou enviá-lo para impressão, o usuário tem a oportunidade de enviá-lo para amigos através de email ou redes sociais como o Twitter e o Facebook.
Para voltar ao modo de visualização normal, basta um simples clique fora da área de destaque do complemento ou a utilização do atalho “Ctrl+Shift+I”. Outras opções do programa são a mudança da fonte utilizada e do formato de exibição, seja preenchendo a tela ou obedecendo as dimensões originais
O iReader é um complemento essencial para quem costuma ler grandes quantidades de texto através do Firefox e quer uma alternativa que canse menos a vista. Ao destacar somente os campos realmente interessantes ao usuário, o aplicativo evita distrações desnecessárias e permita a você se focar no que é importante.
A principal qualidade do complemento é a facilidade de uso que proporciona, podendo ser utilizado sem nenhum problema por diferentes tipos de usuário. Para ser perfeito, só faltou a opção de destacar trechos de um texto, o que tornaria a leitura ainda mais confortável.

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Função Leitura no Chrome



Recentemente postei sobre o Safari, o navegador da Gigante Apple, no qual apontei muitas vantagens entre as quais a função "Leitor" de extrema necessidade para aqueles que estudam na internet em especial aqui no "duannyjorge.com".
Como a guerra entre os Browsers está acirrada, a Gigante Google não ficou atrás, e já laçou um plugin com as mesmas funções do Safari. Para você que está navegando com o Chrome, adicione agora mesmo o iReader.
Uma das grandes novidades do último Safari 5 - lançado recentemente - é seu “Reader” (Leitor). A função desta ferramenta é trazer o texto de determinado artigo que você esteja lendo para a frente, numa espécie de nova página, que remove todos os “ruídos” visuais. Esta extensão traz o mesmo recurso para o Google Chrome.
Ler no computador faz parte da vida hoje em dia. E geralmente além da forte luz “jogada” dos monitores para nossos olhos outra coisa que atrapalha na leitura é a quantidade de outras imagens e textos que não fazem parte do artigo que se está lendo.
O objetivo dessa extensão é eliminar tudo o que possa atrapalhar a leitura, trazendo o texto para a frente da tela, como se estive em um artigo em PDF. Ele é totalmente destacado da sua pagina original, que fica no fundo da tela de maneira escurecida, para que somente o artigo a ser lido fique em destaque.



Outras ferramentas interessantes são a possibilidade de se compartilhar o texto que se está lendo com seus amigos, através do Facebook, imprimi-lo na formatação disponibilizada pelo iReader, ou então mandar para o seu próprio email, e deixar a sua leitura para mais tarde.

Instalando (Caso esteja navegando com o Chrome)
Para instalar esta extensão em seu Google Chrome, clique no link para download (no final da página) utilizando o próprio navegador. Uma barra com um botão deve surgir na parte de baixo de sua tela. Clique nele para fazer o download e instalação do aplicativo. Depois de realizado o processo, um ícone deve aparecer ao lado da Barra de navegação do browser.

Opções
iReader conta com algumas configurações básicas interessantes para o usuário deixar a sua utilização mais personalizada. Ali é possível definir o tamanho da janela a ser aberta, bem como as margens do texto a ser lido. Outra opção é a de se definir a opacidade da janela original, que fica ao fundo do texto.

Também se pode escolher a fonte, que será mudada em relação a original utilizada no site que contém o texto. São oito opções que vão desde as tradicionais Times New Roman e Cambria, até a pouco conhecida Segoe UI. Escolha a que melhor agradar a seus olhos, e boa leitura!


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

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Ceder ou Resistir?

Leia
“Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo. Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo” Rm.7.18-19, NVI
Reflita
Digamos que você teve um dia de trabalho pesado, num calor estonteante, e ficou quase o dia todo sem água! Seu corpo está debilitado pelo cansaço, está desnutrido. No caminho para casa, você se encontra com seus amigos que já conhecem bem a sua vida com Deus. Eles estão em um bar e compartilham de uma bebida "estupidamente" gelada. Essa bebida até poderia restabelecer o seu organismo, além de refrescar. Tinham ali a famosa "cervejinha". Não entremos no mérito se é lícito ou não, mas gentilmente eles lhe pedem que participe em um gole pelo menos, o que fazer agora? Seu corpo tem "sede", o que você decidiria? Escolheria se deleitar nessa oportunidade de satisfação ou resistiria à proposta para evitar o possível escândalo? O dilema, Cederia ou Resistiria?
Essa ilustração é bem simples, mas tente observar o contraste entre os dois caminhos. No versículo de hoje vemos que o apóstolo falou a respeito de condições relativas ao iminente desejo de seguir na direção que pode ferir o alvo estabelecido por Deus!
A "cervejinha", apesar de toda a sedução, provavelmente não produziria o efeito desejado causando mais desnutrição ainda! Independentemente do sucesso dessa absorção, ceder ali, a essa "sede" (desejo da carne), poderia causar um estrago mais sério, o do "dano moral". Não é o caso se pode ou não beber, mas o exemplo fala do escândalo, pois todos saberiam do seu compromisso com o Senhor. Esse é o aspecto que muitas vezes desconsideramos.
O amor a Deus, a fé em Jesus Cristo, é que deve levá-lo a uma vida santa, a uma vida diferenciada. Veja que a motivação de obedecer é o amor. Não é algo que está no instinto! A "carne tem sede". A "carne" deseja o que é contrário ao "Espírito".
Aquela moral que você demorou a construir poderia se perder através de um gesto simples e sutil de satisfazer os próprios desejos. É desta forma que você abre mão da vontade de Deus e dá lugar ao pecado. O desejo da nossa carne às vezes consegue nos convencer que há uma vantagem maior em seguir noutro caminho. "Enganoso é o coração do homem"

Pense Nisto
Saiba que realmente há uma luta em seus membros que normalmente vai contra o que é melhor para você, que é a vontade de Deus. Somente a fé no Senhor pode levá-lo a obedecer. É essa atitude de obediência que o conduz a uma vida com Deus. A cada momento é momento de ceder ou renunciar, ambos tem conseqüências, o quê você escolhe? Eu prefiro os Caminhos do meu Senhor!

Ore
"Grandioso Deus e Eterno Pai me dá coragem para seguir nos Teus caminhos continuamente. Quando minhas convicções forem desafiadas, por favor Senhor, me ajude a enxergar as ciladas. Assuma o controle de minha vida. Por Jesus. Amém"

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

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Eu? Um Juiz Reprovado!


“Portanto, você, que julga os outros é indesculpável, pois está condenando a si mesmo naquilo em que julga, visto que você, que julga, pratica as mesmas coisas” Romanos 2.1 NVI.
No capitulo anterior, Paulo falou a respeito das nossas fortes tendências à prática do mal. Em nossos atos, expressões e nos pensamentos, somos sempre muito rápidos na elaboração de algo ruim e consideravelmente lentos para o bem. Reveja o maravilhoso capitulo 1 da carta aos romanos.
Agora, continuando o ensino, Paulo nos adverte que somos iguais àqueles a quem julgamos. Quem é você ou eu para exercermos juízo sobre o nosso próximo? O ensino de Paulo tem base  no ensino de Jesus. “Não julgueis, para que não sejais julgados” (Mateus 7.1).
Essa advertência desmascara aqueles que se colocavam como imunes ao Juízo de Deus, apesar de concordarem com a exposição de Paulo quanto a ira divina sobre o pecado. É certo que é “impossível” não tecermos julgamento, mas devemos sempre nos lembrar de que somos igualmente passiveis ao erro. Aprendemos com o próprio Senhor Jesus que seremos julgados na mesma medida em que julgamos.
Como é então julgar o próximo segundo o coração do Pai? Difícil não é? Parece não existir saída, mas encontramos a alternativa no segundo grande mandamento, pois nos foi ordenado amar ao próximo como a nós mesmos. Certamente encontramos dificuldade neste ponto.
Minha oração hoje é para que o Senhor Jesus nos ajude a “julgar com amor”, e para que nos dê força para resistir as tentações iminentes a qual todos nós estamos sujeitos. Sabe esse erro que você facilmente nota nos outros? Cuidado, você pode cair na mesma tentação. Vigie!
Que neste dia você possa olhar o seu próximo com mais compreensão, lembrando-se que o Senhor Deus têm tido misericórdia de sua vida. Não somos merecedores do amor de Deus, mas Ele decidiu andar conosco, basta que tenhamos fé de que dEle vem a justificação. Você entende assim? ou melhor, você vive assim?

Pense Nisto
Reconhecer o quanto precisamos da misericórdia do Senhor certamente ajudará a sermos mais amorosos com os nossos próximos. Prefira fornecer ajuda a ficar condenando! Somente os humildes recebem a graça do Pai através do Filho. Hoje é dia de amar o próximo.

Ore
“Senhor Deus e Pai a Tua graça é o maravilhoso mistério que verdadeiramente trás paz ao meu coração. Esse Saber me dá uma correta visão de quem realmente sou e do quanto preciso do Senhor. Ajuda-me a entender e viver o Seu amor de tal forma que eu consiga compartilhar com o meu próximo. Por Jesus. Amém”

domingo, 11 de dezembro de 2011

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Ao Min. EBD da Comunidade Vida

Este artigo é uma homenagem a todos os Mestres que se dedicam em ensinar a Palavra de Deus, em especial ao Superintendente da Escola Bíblica Dominical da Comunidade Vida, Wander Moreira. Que neste dia nacional da Bíblia, possamos refletir sobre alguns conceitos inerentes ao ensino das Sagradas Escrituras.
Obrigado pastor por não só ensinar lições da Bíblia mas por ser uma lição da Bíblia.
Este artigo foi publicado originalmente pelo Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho no seu blog;

Esta palestra não ensinará alguém a ser um bom professor de EBD. Talvez não acrescente muito aos participantes, porque, na sua maior parte, são professores experientes e crentes maduros. Mas nos relembrará algumas verdades que, eventualmente, tenham ficado esmaecidas. E relembradas, debatidas e ponderadas, podem nos devolver um rumo que pode ter ficado perdido. É sempre bom relembrarmos verdades espirituais, mesmo que singelas. Muitas vezes ficamos tão familiarizados com elas que deixamos de ver seu brilho.
No livro O mundo de Sofia, o doutrinador de menina Sofia diz que a criança é  o verdadeiro filósofo, porque ainda não perdeu a capacidade de se encantar. Os adultos se acostumaram com as verdades, com o mundo, perderam esta capacidade de se encantar. As coisas se tornaram rotina. O doutrinador lhe escreve: “Podemos dizer que um filósofo permanece a vida toda tão receptivo e sensível às coisas como um bebê. E agora você precisa se decidir, querida Sofia: você é uma criança que ainda não se ‘acostumou’ com o mundo? Ou você é uma filósofa capaz de jurar que isto nunca vai lhe acontecer?”.
Quando acontece de nos “acostumarmos” à vida espiritual, perdemos a capacidade de nos encantarmos, na área espiritual, e perdemos também a capacidade de aprender algo novo. Já sabemos tudo e tudo se tornou rotina. Espero que os participantes deste encontro ainda estejam encantados. Com a Bíblia, com a igreja, com a EBD, com sua tarefa. Porque gente que fez da vida espiritual uma rotina não consegue impactar ninguém. É preciso que nos impressionemos com o mundo da igreja para impressionarmos os outros. E muito mais necessário é que nos impressionemos com a Bíblia e seu estudo para conseguirmos ensiná-la de maneira impactante. Porque o ensino que impacta vidas depende fundamentalmente de algo bem simples: que seja ministrado por pessoas que foram impactadas.
Com isto, caminhemos juntos e edifiquemo-nos mutuamente.

O LUGAR DO ENSINO NA IGREJA

A igreja cristã herdou sua estrutura litúrgica das sinagogas e não do templo. Numa época em que tanta gente quer ser levita, porque toca guitarra (e levita era uma espécie de zelador e guarda do templo) é oportuno recordar isso. A liturgia da sinagoga se centrava no ensino das Escrituras. O surgimento do judaísmo como uma religião ao redor de um livro ensinado ao povo se dá com o episódio de Neemias 8, quando Esdras lê a Lei para o povo. Neste momento, o judaísmo experimenta uma virada: passa a ser uma religião normatizada  por um livro. Isto se tornará mais forte com o trabalho das sinagogas. O ministério de ensino era a razão de ser das sinagogas, de onde herdamos a estrutura de ensino da igreja cristã. Tanto que Paulo ia às sinagogas para ensinar (At 13.14, 14.1, 17.1, 18.4, entre outros).
O  ministério de ensino faz parte vital da missão da igreja. Faz parte do conteúdo da Grande Comissão (Mt 28.19-20). O dom de ensino está em Romanos 12.7. Em Efésios 4.11-16, ao tratar da maturidade da igreja, Paulo mostra que o dom de ensinar é necessário para que ela seja  madura. Nunca teremos igrejas e crentes maduros sem o ensino bíblico consistente. Hoje muita gente quer encher a igreja na base de festas e programas especiais. Isto cria comunidades agitadas, mas não equilibradas. Até mesmo em nosso meio encontramos pessoas que se impressionam com igrejas que ajuntam gente, em grande multidão, e são levadas a presumir que a estrutura tradicional de igreja ensinadora está falida. Sem resvalar para críticas, recordo que nossas igrejas não são estação rodoviária, lugar de passagem. São família, lugar de firmar laços e criar vínculos relacionais estáveis. Numa igreja estabelecida sobre a Bíblia sempre há um núcleo fiel que, alguém que a visite e volte a vê-la dez anos depois, encontrará presente. São pessoas estáveis e permanentes, bem diferentes de igrejas que trazem sempre rostos novos em busca de alguma coisa, mas que nunca se formatam como uma comunidade.
A cultura contemporânea vive uma fase de irracionalismo e de superespiritualização.  A história do pensamento humano é um pêndulo. A história da Filosofia mostra como as correntes filosóficas vieram em choques, colidindo, indo de um extremo a outro. Por exemplo, o extremo racionalismo de Hegel foi abalado pela emotividade não racional de Kierkegaard.  No nosso caso, após três décadas de materialismo, cientificismo, marxismo, existencialismo e agnosticismo, entramos numa fase de misticismo. Saímos do ceticismo para a crença no absurdo. Isto ajuda a entender o porquê do florescimento de tanta esquisitice espiritual. Uma pessoa que me disse que não podia crer na mensagem de Jesus porque a julgava absurda. Mas trazia estampado em seu carro um adesivo “Eu acredito em duendes”.
Neste cipoal de incoerências, surgem os absurdos evangélicos. Quanto mais mística, irracional e manipulativa for a seita, mais adeptos ela consegue. Porque as pessoas confundem irracionalidade com espiritualidade. Acham que razão e estudo matam a fé. São, sem saber, kierkegaardianas: o que vale é a subjetividade. Estamos em desvantagem. Nós, chamados de tradicionais, não  formamos currais. Treinamos pessoas para  a maturidade. O pastor competente consegue formar líderes que partilhem o fardo com ele, e formata uma igreja que não é dependente dele. Ela tem alegria em tê-lo como pastor, mas não depende dele para viver. O bom pastor é aquele que, saindo de uma igreja, ela continua bem. Ele formou líderes.
A boa igreja tem bons mestres. E são eles que ajudam a igreja a sobreviver a crises. Porque  bons mestres na igreja produzem pessoas maduras que sabem andar sozinhas e superar as dificuldades. O ensino na igreja não é para  formar dependência, mas pessoas maduras, que saibam viver sem o mestre. Tenho visto que muito do chamado discipulado nada mais é que criar pessoas dependentes do discipulador.

Alisto, a seguir, algumas passagens bíblicas que acentuam o valor do ensino. Leiamo-las (elas foram distribuídas, à parte) e a partir delas, sigamos nosso rumo.

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO

PARA AS GERAÇÕES FUTURAS
Ensinem-nas a seus filhos, conversando a respeito delas quando estiverem sentados em casa e quando estiverem andando pelo caminho, quando se deitarem e quando se levantarem” (Dt 11.19)
Disse ele aos israelitas: No futuro, quando os filhos perguntarem aos seus pais: ‘Que significam essas pedras?’Expliquem a eles: Aqui Israel atravessou o Jordão em terra seca” (Js 4.21-22)
PARA A GERAÇÃO PRESENTE
Pois tudo o que foi escrito no passado, foi escrito para nos ensinar, de forma que, por meio da perseverança e do bom ânimo procedentes das Escrituras, mantenhamos a nossa esperança.” (Rm 15.4)
O ENSINO É UM DOM DADO POR DEUS
Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine;” (Rm 12.7)
PORQUE NÃO BASTA IR
Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”. (Mt 28.19-20)
O ESPÍRITO SANTO ENSINA E LEMBRA
Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes disse.” (Jo 14.26)
NO TEMPLO E DE CASA EM CASA
Todos os dias, no templo e de casa em casa, não deixavam de ensinar e proclamar que Jesus é o Cristo.” (At 5.42)
PARA QUE HAJA FIRMEZA
Se trabalhamos e lutamos é porque temos colocado a nossa esperança no Deus vivo, o Salvador de todos os homens, especialmente dos que crêem. Ordene e ensine estas coisas.” (1Tm 10.11)
HOMENS FIÉIS QUE ENSINEM OUTROS
Portanto, você, meu filho, fortifique-se na graça que há em Cristo Jesus. E as palavras que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas, confie-as a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar outros.” (2Tm 2. 1-2)

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE ESTAS PASSAGENS

Chamo sua atenção para alguns aspectos importantes que brotam destes textos:

O ensino cristão não é meramente cognitivo, ou seja, a transmissão de dados e informações. O mestre cristão não ministra informações cristãs. Ministra vida, ministra experiência com Deus. Lemos em Oséias 4.6: “O meu povo está sendo destruído porque lhe falta  conhecimento…”. A palavra “conhecimento” é o hebraico da’at que é o conhecimento nos termos de “Adão conheceu a Eva sua mulher”.  É o conhecimento pela mais profunda experiência.  Isto lhe impõe um ônus: ele precisa ser uma pessoa que tenha experiência com Deus. Uma pessoa pode ser mestre secular de alta competência, e ser um péssimo mestre cristão. O mestre cristão não passa informações, mas transmite realidades espirituais que ele deve viver. O mais importante é vida. O conteúdo mais forte do ensino cristão é a vida. Não a vida pessoal, que glorifica a pessoa, mas a vida com Cristo, que glorifica a Cristo. Cristo deve ser visto na vida do mestre cristão.
Nas passagens bíblicas lidas observamos que o conteúdo do ensino eram experiências com Deus. O ensino a passar aos jovens hebreus era este:  Deus fizera algo por Israel. Da mesma maneira, este é o ensino a se passar aos jovens cristãos: Deus fez algo por nós, em Jesus Cristo. Os mestres tinham internalizado o conteúdo. Assim, não contavam histórias, mas contavam algo que lhes era vivencial. O mestre cristão não é um contador de histórias, mas deve exibir uma experiência com Deus para motivar os alunos a se interessarem a ter uma experiência com Deus. Muitos professores de crianças contam as histórias bíblicas como se fossem as histórias de João e Maria ou de Chapeuzinho Vermelho. Devem contar como revelação de Deus, com paixão espiritual. Não são contadores de histórias, mas apresentadores de Jesus.
Na igreja, o Mestre que ensina os mestres é o Espírito Santo. O mestre cristão precisa ter um dom espiritual, e não apenas um dom natural. Ele precisa ter uma vida em comunhão com Deus e sob orientação do Espírito Santo. Vida espiritual abundante é exigência do mestre cristão. E seu ensino não deve se restringir ao templo. Confundimos tempo de classe na EBD com ensino cristão. No tempo da EBD o ensino é exposto em forma de aula, mas ele deve continuar em todo lugar e deve se expressar na vida do discípulo, em todo lugar. Os alunos devem saber e ver que seu mestre vive o que ensina.
Observe nas passagens do Novo Testamento (principalmente Mt 28.18-20, Jo 14.26 e At 5.42) que nosso tema de ensino é o evangelho de Jesus Cristo. É este o ponto central. Nosso ensino e nossa pregação se focam em Jesus. Deve ter um aspecto evangelístico, também. Há gente não salva na igreja e na EBD, que deve ser desafiada à conversão. Hoje estamos pregando e ensinando  meio ambiente, coleta seletiva de lixo, responsabilidade social, etc. Estas coisas não são erradas e são boas em si mesmas, mas não são o foco de nosso ensino. “Discussões sobre salvar a família ou salvar a Terra de uma catástrofe ambiental são ouvidas pelos não cristãos. Mas discursos e ações dos quais a igreja testemunha – o julgamento de Deus e a justificação dos pecadores por meio de Cristo – são estranhos aos ouvidos deles”. Se não ouvirem da igreja, de quem ouvirão?

ALGUNS DESAFIOS PARA NÓS

Isto posto, gostaria de salientar alguns desafios para estabelecermos um processo de ensino que conduza os crentes à maturidade cristã, tendo como desdobramento os quesitos anteriores.
O primeiro é que o mestre precisa internalizar em sua vida o que ele ensina. É mais que saber a lição. É ser a lição. Valha-nos, aqui o texto de Romanos 2.17-24. Leiamo-lo, substituindo “judeu” por “crente” e “lei” por “evangelho”. O mestre cristão precisa ter uma vida transformada pelo ensino do Espírito Santo ao seu coração, para transformar vidas com seu ensino. Ao comentar o texto em que João come o livro que o anjo lhe dá (Ap 10.9-10), Eugene Petersen fez esta observação: “João faz isto: come o livro – não apenas o lê. O livro agora é parte de seus terminais nervosos, de seus reflexos, de sua imaginação”
O segundo é que o mestre cristão deve ter em mente que transmite vida, não informações. Pode até trazer informações, mas elas precisam estar carregadas de vida. Lecionei Homilética, por mais de trinta anos, inclusive em nível de Mestrado. Uma das considerações que fazia aos alunos é que pusessem vida no sermão, desde a leitura do texto bíblico. Isto não significa gritar, mas falar com firmeza, com convicção. Há gente que lê o diálogo de Jesus com a mulher samaritana como se estivesse lendo uma bula de remédio. E há os que perderam a paixão pelo livro santo e o lêem como obrigação. Ler a Bíblia é sempre um ato de paixão e de humildade. Nenhum pregador e nenhum mestre  terão futuro se lerem a Bíblia em busca de sermão ou para preparar estudo. Devem ler para si, com fome.
O terceiro é que o mestre precisa ter em mente o objetivo do ensino cristão. A meta do ensino está bem definida em Efésios 4.12-16. Mais que ter uma igreja bem doutrinada (o que é válido e necessário) é ter cristãos vivos, maduros e equilibrados. Muita classe de EBD parece fila do SUS: um lugar onde se exibem cicatrizes de cirurgia, numa disputa para ver quem tem a dor mais forte ou cirurgia mais dramática. Há uma tendência muito grande em círculos evangélicos de afastamento das Escrituras, substituindo-a pelo texto de nossa existência (necessidades, anseios e dores). A classe não é lugar para terapia de grupo, mas para ensino da Palavra. É a Bíblia que deve ser ensinada e não a vida dos participantes. E este ensino não é informativo, mas formativo.
O quarto é que o mestre precisa entender que não é um guru, mas um instrumento divino. As primeiras instruções cristãs que Saulo de Tarso recebeu foram de Ananias, mas ele ultrapassou Ananias. Foi-se para cumprir seu ministério. O ensino cristão não cria dependência, mas forma pessoas para viverem suas vidas sob orientação do Espírito Santo. O mestre deve respeitar o aluno, não o vendo como uma criança, mas como um irmão a quem Deus quer usar e talvez até mais que a ele, o mestre.
O quinto é que o mestre precisa entender que não é um produto acabado, mas em construção. Paulo foi mestre de Timóteo e Tito, bem como de muitos outros pastores e igrejas. No fim de sua vida, queria livros e pergaminhos (livros sagrados), como lemos em 2Timóteo 4.13. Este crescimento não era apenas intelectual, mas espiritual e relacional, pois ele viu o valor de Marcos (2Tm  4.11), com quem antes  brigara (At 15.37-40). O mestre cristão estará sempre crescendo, inclusive nos relacionamentos. Há santos insuportáveis, pessoas muito difíceis de conviver. Não cresceram emocional e espiritualmente, mas cresceram em seus pontos de vista pessoais.
O sexto é que precisamos rever um ponto básico de ensino. Fazemos avaliações cognitivas, com perguntas que mensuram o quanto o aluno aprendeu. Quando escrevi  três últimos trimestres de lições para a Convenção Batista Fluminense, fiz perguntas de teor vivencial, para saber  quanto os alunos tinham mudado comportamento e não o que guardaram de conceitos. Se ensinamos para formar vidas, devemos avaliar por vidas transformadas. Neste sentido, o grande desafio é para que os alunos mudem suas vidas à luz da Palavra de Deus. Se este for o alvo, encaminharemos nosso ensino nesta direção.

CONCLUSÃO

O ex-presidente FHC, em entrevista à revista Veja, nas páginas amarelas, declarou que ele, como professor, apenas dava aulas. Não se importava com a vida do aluno fora da classe. Isto era problema do aluno. Um professor secular pode pensar e agir assim. Um mestre na igreja do Senhor é diferente. Ele não ensina matérias nem disciplina. Ensina uma pessoa, Jesus Cristo. E ensina esta pessoa a pessoas. Sempre disse aos meus alunos de Homilética: “Nós não apenas pregamos a Bíblia. Pregamos a Bíblia para pessoas”. O alvo do nosso trabalho é gente. Gente preciosa aos olhos de Deus. E que deve ser preciosa aos olhos do mestre cristão. Deve saber os nomes dos alunos, deve orar por eles, e deve preparar o estudo pensando neles. Não no seu desempenho como professor, se brilhará ou não. Mas em como poderá ajudar os alunos a crescerem espiritualmente.
Ser mestre cristão é algo muito sério.
Meus irmãos, somente poucos de vocês deveriam se tornar mestres na Igreja, pois vocês sabem que nós, os que ensinamos, seremos julgados com mais rigor que os outros” (Tg 3.1).
É o que se chama de glória com peso. É glorioso, mas é pesado. E não deve nos intimidar, mas nos tornar conscientes da seriedade do que fazemos e nos levar a uma consagração de vida ao Senhor para desempenho de nossa missão.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

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Salvos pela graça!

Com toda competência e sabedoria, o promotor apresenta sua causa. Ao chamar as testemunhas de acusação à tribuna, ele apresenta as provas para condenar o réu. Depois de desacreditar as declarações das testemunhas da defesa, por meio de um habilidoso interrogatório, o promotor faz a alegação final e lança um provocante desafio ao júri: o de condenar o réu. O veredicto final não traz surpresa: "culpado", declara o júri, e a justiça foi feita.
O apóstolo Paulo era inteligente, articulado e comprometido com sua chamada ministerial. Como um habilidoso advogado ele apresentou a causa do evangelho de forma clara e sem rodeios em sua carta aos cristãos que viviam em Roma.
Paulo tinha ouvido falar da Igreja em Roma, mas nunca havia estado lá, assim como nenhum outro apóstolo. Evidentemente, essa congregação foi fundada por judeus que se converteram ao Pentecostes (At.2) e retornaram a Roma, divulgando o Evangelho; a igreja cristã crescia.
Embora separados por muitas barreiras, Paulo conseguiu estabelecer contato com os cristãos de Roma, a quem ansiava por ver face a face. Embora nunca tivesse conhecido pessoalmente a maior parte dos irmãos romanos, Paulo sentia amor por eles, por isso enviou-lhes uma carta para apresentar-se e dar sua declaração de fé. Nela, após uma breve introdução, ele apresenta Jesus (1:3), declara a importância do Evangelho e seu compromisso de divulgá-lo (1:16,17).
Prossegue, informando a incontestável causa da intervenção divina na salvação da humanidade: o pecado que a escraviza (1:18;3:20). Em seguida, apresenta as boas novas: a salvação está à disposição de todos, independentemente da identidade ética e cultural, da origem ou dos pecados das pessoas. Somos salvos pela graça (um favor de Deus que não merecemos e do qual somos indignos), por meio da fé em Cristo e em sua obra redentora perfeitamente consumada na cruz. Por intermédio de Jesus, fomos justificados e inocentados perante Deus (3:21;5:21). 
Tendo estabelecido esses fundamentos, Paulo fala da liberdade que vem com a salvação: o homem foi liberto do poder do pecado (6:1-23), do domínio da lei (7:1-25), para tornar-se como Cristo e descobrir o amor ilimitado de Deus (8:1;39).
Dirigindo-se a seus irmãos judeus, Paulo demonstra sua preocupação com eles e explica como podem ajustar-se ao plano divino (9:1;11:12). Visto que o caminho para que os judeus e gentios pudessem estar unidos no corpo de Cristo foi aberto pelo próprio Deus, os dois grupos poderão louvá-lo por sua sabedoria e amor (11:13-36).
Paulo também explica aos cristãos o significado de viver em completa submissão a Cristo: usando os dons espirituais para servir aos outros (12:3-8), amando-os verdadeiramente (12:9-21) e sendo bons cidadãos (13:1-14). A liberdade deve ser guiada pelo amor, à medida que nos edificamos mutuamente na fé; devemos ser sensíveis e colaborar com aqueles que são fracos na fé (14:1;15:4). Paulo insiste na unidade, especialmente entre cristãos gentios e judeus (15:5-13), e, conclui relatando suas razões para escrever, descrevendo seus planos (15:22-23), saudando seus amigos e transmitindo alguns pensamentos e cumprimentos finais de seus companheiros de viagem aos irmãos romanos (16:1-27).
Ao ler Romanos, procure reexaminar seu compromisso com Cristo e confirmar seu relacionamento com outros cristãos no corpo de Cristo.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

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Cabeção!

“E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes.” Rm.1:28, ARA.
Você já ouviu a expressão: “quando o gato sai de casa o rato faz a festa”? É comum dizerem isso em uma empresa. O chefe sai e automaticamente todos se sentem mais a vontade. Alguns para conduzirem suas responsabilidades e outros optam por fazê-lo. A sua responsabilidade depende da presença ou pressão de alguém? Em sua opinião como é que Deus requer sua fidelidade a Ele?
Eu quando criança, insistia em colocar um grampo no buraco da tomado, mas o meu pai não permitia por saber das conseqüências. Na minha insistência e pelas birras que se sucediam, meu pai resolveu deixar prosseguir o meu desejo e o resultado todos já devem imaginar. Duro aprendizado, mas parece que com a maioria dos homens somente esse método é que funciona.
Assim como o meu pai, o Senhor nos adverte através de Sua Palavra nos instruindo sobre Sua pessoa e o que Ele deseja de cada um de nós. Da mesma forma, Ele nos dá liberdade para escolhermos qual caminho queremos seguir, ainda que nos tenha alertados sobre o iminente perigo.
Infelizmente muitos preferem confiar em sua auto-suficiência e insistem em não querer a Deus e seguem em uma continua depravação moral e espiritual. O homem sem Deus fica cada vez mais mau e a ação de Deus (por ora) está em permitir ao homem seguir sem Ele! Um exemplo claro é o faraó, da história de Moisés. Como um viciado por drogas, o faraó ficou cego em sua "própria" persistência, e isso o levou à ruína. Quando Deus se afasta o coração do homem se endurece cada vez mais!
Deus têm se revelado a você. Ele enviou Seu único Filho para morrer na cruz a fim de que pudesse ser reconciliados à Ele pela fé. Será que dia após dia você também não têm rejeitado o Senhor da Glória e preferido as coisas passageiras deste mundo? Não seja um cabeção, creia em Deus.
Pense Nisto
Longe de Deus certamente prosseguimos em uma vida mundana e desregrada. Saiba que Deus pode nos entregar a um “sentimento reprovável”, mas Ele ama você e quer te ver feliz! Por isso essa palavra vem hoje ao seu coração! "A intenção antecede o ato", cuidado! O que se passa em seus pensamentos? O Senhor quer andar com você.
Ore
“Amado Deus minha mente maquina o mal constantemente. Tem misericórdia de mim Senhor, pois sou fraco apesar de saber da iminência do pecado. Guarda a Tua Palavra em meu coração. Por Jesus. Amém”

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Conhecimento e Culpa

“Porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou” Rm.1:19, ARA.
A criação oferece provas de um poderoso “Alguém” por trás de tudo, para quem está disposto a aceitá-las. A beleza e a estrutura complexa da criação, desde as partículas subatômicas e os componentes moleculares básicos da vida até as galáxias e a vastidão do universo, demonstram que um “Arquiteto” planejou tudo isto. Concorda ou não?
O Criador se “revela” também através da criação. Poderíamos perceber isso levando em conta que todas as pessoas são naturalmente propensas a alguma forma de “religião”, porém isso não significa que desenvolvem relacionamento com o único e soberano Deus.
Qualquer forma de aversão ao Criador leva o homem à idolatria! Isto é abominável ao Senhor, você sabia? Nesta tentativa “alternativa” de adoração, o homem direciona a imagens corruptíveis a Glória que é de um Deus incorruptível (tentativa frustrada, mas a tentativa já gerou pecado).
Não é possível “ilustrar” o Senhor Deus em semelhanças de imagens corruptíveis, objetos limitados por si só e sem nenhuma autonomia, totalmente dependentes “da criatura”. Em outras palavras, é uma tentativa de diminuir a pessoa do Pai. Deus se manifesta, mas o homem despreza esse conhecimento dando a “outro” o que é de Deus. Percebe?
Aquilo que as pessoas acreditam a respeito dos objetos que cultuam, falsifica e distorce a verdade a respeito de Deus. Diante dessa reflexão percebe-se o exercício de fé inútil, em vão.
Todos temos certo conhecimento a respeito dEle, mas talvez ainda seja um conhecimento com culpa e com desconfortáveis idéias vagas sobre o juízo que não temos como evitar com nossas próprias forças. É uma insatisfação insaciável. Há paz em seu coração? Quem é que recebe a sua adoração?
Pense Nisto
Somente o Evangelho de Cristo pode falar de paz apesar da condição humana e dar a revelação pessoal e necessária à cerca do Pai. Mesmo assim, ainda é uma escolha! Aceitar o Convite! Verifique hoje mesmo quem é o seu deus. Sugiro que volte, através da fé em Jesus, para o único e verdadeiro Senhor e Rei.
Ore
“Meu querido Deus a Tua Palavra vem como uma flecha no meu coração, porém sei que se aceita e praticada ela gera vida! Ajuda-me a viver uma fé inteiramente depositada em Ti, no Verdadeiro e Único Deus. Tenho certeza e plena convicção da Tua presença Senhor, receba a minha adoração. Por Jesus. Amém”

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

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Fé. Nada mais!


“Esta Boa Nova nos diz que Deus nos prepara para o céu – e nos faz justos aos olhos de Deus – quando colocamos nossa fé e nossa confiança em Cristo como Salvador. Isto é realizado pela fé, do princípio ao fim. Tal como a Escritura afirma: O homem que encontra a vida vai encontrá-la confiando em Deus. Rm.1:17, Viva.
Quando vamos assistir a algum espetáculo, normalmente necessitamos de um ingresso para a entrada. Em algumas festas, o acesso só é possível com a apresentação do convite individual. Com freqüência, temos que pagar um preço para poder ter acesso a alguns lugares desejados. Nem sempre o valor é alto, mas normalmente é exigido algo em troca.
É bem provável que é por causa desta “cultura” que temos tanta dificuldade em compreender a Graça de Deus sobre nossas vidas. Talvez seja por isso que às vezes o homem acha que o ouro e a prata podem comprar a salvação, ou melhor, alguma obra ou feito! Você acha que pode pagar o preço?
No passado, estudiosos incomodados com tal condição, desenfrearam grandes movimentos para esclarecer o engano. Hoje olhando para esse versículo, na direção do Senhor pelo Seu Espírito Santo, concluímos que não há nada no homem que possa nos tornar merecedores da “Vida” com Deus. A questão agora não é qual o preço, mas então como obter justificação diante do Pai?
Alguns acham que é pela rígida observância da Lei. Outros acham que simplesmente não existe tal “salvação” ou nem mesmo há a necessidade dela. A palavra fé, neste contexto, dá a idéia de perseverança ou fidelidade, e se baseia numa firme confiança em Deus e na Sua Palavra.
Simplesmente saber que Jesus morreu na cruz é saber apenas o aspecto histórico daquela ocasião! Mas crer na ressurreição e no plano da salvação executada ali no madeiro é que leva a justificação sobre o homem. Ele levou sobre Si os nossos pecados e pagou o preço pela nossas vidas, e preço de sangue. Por isso à medida que depositamos a nossa fé no sacrifício e na pessoa de Jesus, somos alcançados pela misericórdia de Deus e a Sua maravilhosa Graça nos purifica. Lembre-se, graça é um favor imerecido e somente pela fé no dia a dia teremos a convicção desta benção.
Somente o amor de Cristo é capaz de gera uma esperança incorruptível em nós. Sem motivo algum, sem que você nem ao menos pedisse, Ele preferiu você à própria vida.
Viver pela fé não é uma escolha de um único momento da vida, mas é uma escolha diária. E quando você tem essa perspectiva divina, você consegue lidar com as adversidades com mais objetividade, pois crê que quem deu a própria vida, Aquele que está no controle, só pode querer o melhor para você. Viver nesta condição, tendo fé, seguramente o levará a uma vida com qualidade, ou seja, viver pela fé é viver com Deus.

Pense Nisto 
Sem fé é impossível agradar a Deus. Resolva no seu coração andar com o Senhor em todos os momentos. Lembre-se, a Bíblia diz que “perto está o Senhor”. Pense nisto e tenha fé. “O justo viverá pela fé”.

Ore
“Soberano e eterno Deus a Tua graça é melhor que a vida, pois ela é quem realmente dá sentido ao termo ‘vida’. Creio Senhor que somente em Ti, através da fé no Teu Filho, experimento da verdadeira abundância de vida. Receba a minha adoração Senhor. Por Jesus. Amém”

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Palavra poderosa!


“Não me envergonho do Evangelho, pois é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê (...)” Rm.1:16, CTP
Se tivéssemos uma caixa mal feita e sem nenhum adorno que melhorasse sua aparência, andaríamos com ela sempre que necessário. É certo que um objeto assim nos causaria um constrangimento, pois na nossa auto-estima, concluiríamos que ela não combina conosco, ela chamaria a atenção e provavelmente nos tornaria motivo de chacotas! Por outro lado, se enchemos essa caixa “horrível” com pedras preciosas, jóias de inestimável valor, certamente não nos desprenderíamos dela! Qualquer critica seria simplesmente ignorada, devido o valor que esse objeto passou a conter.
O que me vem à mente é que ilustração semelhante talvez tenha motivado a inspiração da famosa frase “não julgue um livro pela capa”. Consegue entender a relação?
O apóstolo Paulo, escrevendo aos romanos, deixa claro o quanto ele se sentia honrado em poder proclamar o Evangelho. Ele entendia o real valor das Escrituras, ele reconhecia o valor do conteúdo que possuía. Até entendemos a condição de Paulo, mas quando temos a oportunidade de valorizar a Palavra de Deus colocando-a em prática na nossa vida, preferimos a omissão. Creio que nem sempre o problema está em não compreender o verdadeiro valor da Palavra, mas na falta de fé de que ela é a própria voz do Senhor aos nossos corações!
Muitos olham na Bíblia e não conseguem ver as “jóias preciosas” que podem mudar a vida de qualquer homem. O Evangelho da ressurreição é o “poder de Deus”, é a revelação dEle. O conhecimento desse Poder é o milagre de Deus que transforma o passado em bênção no presente nos projetando para um futuro com Ele.
No Evangelho vemos que Cristo é a mensagem que relaciona todo o ensino, toda a moral e todo o culto da comunidade cristã. Omitirmos-nos não diminui o Poder deste Evangelho, mas simplesmente nos restringe a uma vida limitada pela ignorância e mediocridade! O conserto ou a salvação está no relacionamento pessoal com Jesus e no compromisso com a Sua Palavra. “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8.32).

Pense Nisto
Como você está em relação à Palavra de Deus? Ou para você é simplesmente uma “literatura”? Pelo menos às vezes você consegue meditar na Palavra do Senhor? Leia, medite, e ouça o que o Senhor tem a dizer ao seu coração neste dia. A prontidão para ouvir é o inicio de uma vida com Deus. Você consegue!

Ore
“Pai amo a Tua Palavra. Ela é maravilhosa demais para mim. Fico admirado por constatar a revelação do Senhor ao meu coração através de Sua Palavra. Ajuda-me, cada vez mais, a entender e viver segundo o que está Escrito. Oro crendo que tudo posso pela fé em Jesus. Amém”

Soli Deo Gloria.

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